IA na decifração de línguas perdidas: até onde vai?
30 jul. 2026·Jane Adkins

Colocar IA para decifrar línguas antigas parece promissor — mas tem um limite claro.
Sistemas como o Linear A minoico e o etrusco resistem há mais de um século porque não têm um 'texto bilíngue', como a Pedra de Roseta, para servir de âncora. A IA é excelente em encontrar padrões nessas inscrições, acelerando o trabalho dos linguistas.
Mas, sem a intuição humana, nenhum algoritmo fecha a decifração sozinho.
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Créditos: Jane Adkins / Ars Technica — julho de 2026


